Como precificar sem achismo: checklist em 5 passos para cobrar o preço certo e não perder clientes!
- marketing53077
- 23 de jul. de 2025
- 3 min de leitura
Você cobra R$200... mas será que deveria ser R$250?
Ou só R$150?
Essa dúvida já travou muita estética automotiva.
E o pior: precificar errado significa trabalhar muito e lucrar pouco — ou perder cliente por assustar no valor.
Se você sente que:
Cobra “no que acha justo”
Ajusta o valor dependendo do cliente
Ou dá desconto porque tem medo de “espantar”!
Então tá na hora de parar de adivinhar e começar a precificar com base em dados.
Neste post, você vai ver um checklist simples de 5 passos que elimina o achismo e garante que você cobre o valor certo — com margem, com estratégia e com segurança.
1- Liste todos os custos fixos e variáveis
“Ah, é só o produto de limpeza e meu tempo.”
Não. Tem mais coisa aí.
Custos invisíveis que muitos esquecem:
Energia elétrica e água
Comissão de funcionário
Taxa de cartão
Depreciação de equipamentos
Produtos, panos, luvas, EPIs, etc.
Preencha a CERA e descubra quanto você gasta por serviço com tudo, seja shampoo, mão de obra, etc.
Esse é o seu custo base.
Dica: Faça isso para os 3 serviços mais vendidos. Vai te dar clareza rápida.
2- Defina sua margem mínima de lucro
Aqui é onde muita gente erra!
Você acha que tá lucrando, mas esquece que o tempo também é custo. E se não colocar margem, você tá só trocando esforço por boleto pago.
Exemplo prático:
Custo do serviço: R$60
Tempo: 1h30
Margem mínima desejada: 100%
Preço final mínimo = R$120
Simples, direto e calculado. A fórmula certa é:Margem de Lucro = ([Receita Total − Custo de produtos - Despesas Operacionais] / Receita Total) x 100
3- Avalie o valor percebido do serviço
Agora entra a parte que muita estética ignora: o valor percebido pelo cliente.
Dois profissionais podem fazer o mesmo serviço.
Um cobra R$150, o outro R$300. A diferença? Apresentação, posicionamento e experiência.
Como aumentar o valor percebido:
Tenha um nome forte para os pacotes
Use fotos de antes e depois de qualidade
Mostre diferenciais (garantia, certificações, tecnologia usada)
Tenha um ambiente organizado e atendimento padronizado
Isso permite cobrar mais sem medo de perder cliente!
Aliás, fizemos um post desse assunto, cheque ele: 👇https://blog.plataformacera.com.br/post/seu-cliente-sabe-o-verdadeiro-valor-do-seu-servi%C3%A7o
4- Teste de elasticidade: ajuste com inteligência
Você não precisa adivinhar se o preço tá bom.
Você pode testar.
Faça isso por 30 dias:
Aumente 10% o valor de 1 serviço popular
Registre quantos clientes fecharam ou não
Compare o faturamento total e o ticket médio
Se as vendas se mantiverem e a margem aumentar → você achou o ponto ideal.
É assim que você entende até onde o cliente vê valor sem espantar ele, e sem precisar se basear em valor de concorrência!
5- Monte sua tabela e pare de improvisar
Depois de entender:
O custo real
A margem justa
O valor percebido
E a elasticidade
Você está pronto para montar uma tabela oficial de preços.
Vantagens:
Passa profissionalismo
Facilita a venda (você não precisa ficar inventando valor)
Permite oferecer pacotes sem sair no prejuízo
E o melhor: te dá clareza total sobre o lucro.
Use a CERA para fazer toda a precificação por você, e vá ajustando conforme opinião dos clientes!
Conclusão: Precificar bem é se respeitar!
Você não tá vendendo só um serviço.
Você tá vendendo:
Seu Tempo
Sua Técnica
Seu Produto
Sua Experiência
Seu Resultado
E isso tem valor.
Com a precificação certa, você cresce com segurança, mantém clientes satisfeitos e dorme tranquilo sabendo que não tá pagando pra trabalhar!
Agora me conta: Você já testou aumentar seus preços? Ou ainda cobra “no que sente”? Comenta aqui embaixo! 👇







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