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Como precificar sem achismo: checklist em 5 passos para cobrar o preço certo e não perder clientes!


Você cobra R$200... mas será que deveria ser R$250? Ou só R$150? Essa dúvida já travou muita estética automotiva. E o pior: precificar errado significa trabalhar muito e lucrar pouco — ou perder cliente por assustar no valor.

Se você sente que:

  • Cobra “no que acha justo”

  • Ajusta o valor dependendo do cliente

  • Ou dá desconto porque tem medo de “espantar”!

Então tá na hora de parar de adivinhar e começar a precificar com base em dados.

Neste post, você vai ver um checklist simples de 5 passos que elimina o achismo e garante que você cobre o valor certo — com margem, com estratégia e com segurança.



1- Liste todos os custos fixos e variáveis

“Ah, é só o produto de limpeza e meu tempo.”  Não. Tem mais coisa aí.

Custos invisíveis que muitos esquecem:

  • Energia elétrica e água

  • Comissão de funcionário

  • Taxa de cartão

  • Depreciação de equipamentos

  • Produtos, panos, luvas, EPIs, etc.

Preencha a CERA e descubra quanto você gasta por serviço com tudo, seja shampoo, mão de obra, etc. Esse é o seu custo base.

Dica: Faça isso para os 3 serviços mais vendidos. Vai te dar clareza rápida.



2- Defina sua margem mínima de lucro

Aqui é onde muita gente erra!

Você acha que tá lucrando, mas esquece que o tempo também é custo. E se não colocar margem, você tá só trocando esforço por boleto pago.

Exemplo prático:

  • Custo do serviço: R$60

  • Tempo: 1h30

  • Margem mínima desejada: 100%

Preço final mínimo = R$120

Simples, direto e calculado. A fórmula certa é:Margem de Lucro = ([Receita Total − Custo de produtos - Despesas Operacionais] / Receita Total) x 100



3- Avalie o valor percebido do serviço

Agora entra a parte que muita estética ignora: o valor percebido pelo cliente.

Dois profissionais podem fazer o mesmo serviço. Um cobra R$150, o outro R$300. A diferença? Apresentação, posicionamento e experiência.

Como aumentar o valor percebido:

  • Tenha um nome forte para os pacotes

  • Use fotos de antes e depois de qualidade

  • Mostre diferenciais (garantia, certificações, tecnologia usada)

  • Tenha um ambiente organizado e atendimento padronizado

Isso permite cobrar mais sem medo de perder cliente!



4- Teste de elasticidade: ajuste com inteligência

Você não precisa adivinhar se o preço tá bom. Você pode testar.

Faça isso por 30 dias:

  • Aumente 10% o valor de 1 serviço popular

  • Registre quantos clientes fecharam ou não

  • Compare o faturamento total e o ticket médio

Se as vendas se mantiverem e a margem aumentar → você achou o ponto ideal.

É assim que você entende até onde o cliente vê valor sem espantar ele, e sem precisar se basear em valor de concorrência!



5- Monte sua tabela e pare de improvisar

Depois de entender:

  • O custo real

  • A margem justa

  • O valor percebido

  • E a elasticidade

Você está pronto para montar uma tabela oficial de preços.

Vantagens:

  • Passa profissionalismo

  • Facilita a venda (você não precisa ficar inventando valor)

  • Permite oferecer pacotes sem sair no prejuízo

E o melhor: te dá clareza total sobre o lucro.

Use a CERA para fazer toda a precificação por você, e vá ajustando conforme opinião dos clientes!



Conclusão: Precificar bem é se respeitar!

Você não tá vendendo só um serviço. Você tá vendendo:

  • Seu Tempo

  • Sua Técnica

  • Seu Produto

  • Sua Experiência

  • Seu Resultado

E isso tem valor.

Com a precificação certa, você cresce com segurança, mantém clientes satisfeitos e dorme tranquilo sabendo que não tá pagando pra trabalhar!



Agora me conta:  Você já testou aumentar seus preços? Ou ainda cobra “no que sente”?  Comenta aqui embaixo! 👇


 
 
 

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